Cerveja na rua, feliz começo

Blog   |       |    15 de setembro de 2007    |    0 comentários

Sair de São Paulo, por qualquer meio de transporte, sabemos, é uma odisséia.
Da Paulista ao aeroporto de Congonhas, foram duas horas perdidas.

Tive dicas de viagem com uma senhora solícita pra quem eu perguntava tudo do percurso (diga-se, durou mais do que o tempo dentro do avião). “Aqui é o lugar que o avião da TAM explodiu. Naquele dia cheguei em casa mais de onze horas…”.

Ia vendo meu horário explodir também. Foi-se o avião na hora marcada, fica a programação do festival, que roubou minha atenção por pelo menos duas horas, até chegar o horário do próximo vôo.

Chegando aqui, uma descoberta: o centro de Porto Alegre é tão legal quanto o de São Paulo. Com a diferença que as pessoas aqui caminham por ele durante a noite. Fator passível de citação em guias turísticos para aqueles que teimam em não tomar taxis ao chegar nas cidades. O busão daqui funciona de madruga, ouviste secretário municipal de transportes de São Paulo?

Bem, neste primeiro dia, nada de teatro, mas algo de cerveja. Algo, pois nem deu duas da manhã e os cofres de Bohemia já secaram. Tomamos a rua. O boteco em frente ao palco Petrobras vendia geladas Nova Schin e Sol à três reais a garrafa. O povo ficou por lá mesmo, firulando até três e pouco, quando resolvemos zarpar.

A tática amanhã?
Acordamos antes do café da manhã acabar, forramos o bucho e voltamos dormir.
Lá pra uma da tarde, é tempo de acordar pra almoçar. Na CNTP eu levantaria mais tarde, mas é que:

às 16h tem A tempestade e os Mistérios da Ilha.
18h tem Crave.
20h tem Espía una Mujer Que Se Mata (em homenagem à Dani Ávila, que queria ver).
23h tem La divina
00h35 tem À Procura da Bohemia Gelada, um monólogo muito sério.

O que você acha?

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